O novo governo do Brasil está implantando o Programa Fome Zero, que visa garantir a alimentação básica para milhões de brasileiros situados abaixo da linha de pobreza. Nessa situação estariam mais de 50 milhões de pessoas. O programa tem seu aspecto polêmico, pois há quem defenda, primeiro, o crescimento econômico, com a consequente oferta de empregos. Teme-se o assistencialismo.
Os Espíritos disseram que "O homem reduzido a pedir esmola se degrada moral e fisicamente; ele se embrutece. Numa sociedade baseada sobre a Lei de Deus e a justiça, deve-se prover a vida do fraco sem humilhação para ele".
O "Fome Zero" é mesmo necessário? Algum fator pode justificar essas diferenças sociais? São conciliáveis as iniciativas para aplacar a fome dos que ainda se encontram privados do mínimo e as que visam a geração de renda própria e suficiente?
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