Os ataques terroristas a alvos dos Estados Unidos, em 11 de setembro, entre várias interpretações, estão sendo considerados como reação a um modelo político-econômico de exclusão social, que se expande sem fronteiras. Ressentimentos se misturam a fanatismos religiosos e a preconceitos de raças. Civilizações se estranham, enquanto populações pobres e famintas amargam agressões para cujas causas não contribuiram. O medo e um aparente retrocesso nos direitos civis ronda os países centrais, características de um estado bélico, mas sem inimigo visível.
Diante desse quadro e a título de motivação, solicitamos sua opinião sobre estes pontos ou outros, se desejar:
- De que forma o Espiritismo pode contribuir para a redução desses conflitos? - A estruturação da idéia espírita vigente no Brasil está apta a desempenhar esse papel? - De que fatores depende um processo de inclusão social, de escala planetária? - À luz da história, como interpretar a união estado-religião e como princípios religiosos têm se comportado na aproximação entre povos e redução das desigualdades sociais?
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