Os debates que se travam no País sobre a previdência social suscitam reflexões sobre o trabalho e o futuro do homem, enquanto ser encarnado. As legislações de todos os países, em geral, procuram garantir remuneração financeira aos seus cidadãos, após certo tempo de contribuição, ou a partir de limites de idade determinados. Os valores, no comum, são considerados insuficientes pela maioria, embora haja classes que percebem ganhos muito acima da média.
O Espiritismo dá uma atenção específica ao trabalho. "Sem o trabalho, o homem permaneceria na infância intelectual; eis porque ele deve a sua alimentação, a sua segurança e o seu bem-estar ao seu trabalho e à sua atividade". Quanto à previdência, diz: "O forte deve amparar o fraco; na falta da família, a sociedade deve ampará-lo (ao velho); é a lei da caridade".
A título de motivação para o debate, propõem-se comentários sobre:
1) A capacidade de trabalho inerente ao homem e os limites legais para a aposentadoria.
2) A organização social e o amparo à velhice.
3) O homem, enquanto ser espiritual e a necessidade de trabalho.
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