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| "O espírita não pode ser um conservador"
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Entrevista de José Rodrigues
“O espírita não pode ser conservador por natureza, de maneira nenhuma. Se todos nós admitimos o princípio da liberdade, ao qual está ligado o da igualdade, devemos incluir também o da justiça. E como um fator unindo estes três princípios, está a ideia da fraternidade.” Esta afirmação, dentre outras, demonstra que mesmo depois de mais de 20 anos, o pensamento social espírita de José Rodrigues (1) permanece atual, vivo, como se fosse hoje. A presente entrevista que o PENSE republica, foi concedida pelo jornalista, economista e cofundador deste site ao jornalista Itacir Luchtemberg, para o periódico espírita “O Imortal”, de Cambé-PR. Ela é parte integrante da edição de dezembro de 1986, ano 34, nº 396. Veja a seguir a íntegra da entrevista: - Leia a íntegra
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| A reencarnação como expressão maior da justiça
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Entrevista de Miguel Reale Júnior
“A doutrina da reencarnação é a meu ver a maior expressão da justiça. A reencarnação não é castigo, é oportunidade de evolução.”
A afirmação é do jurista Miguel Reale Júnior, ex-ministro da Justiça (2002), professor titular de Direito Penal na Universidade de São Paulo (USP), secretário de Administração do Estado de São Paulo (governo de Mário Covas Jr. - 1995/2001), secretário de Segurança Pública do Estado (governo Franco Montoro - 1983/1987), entre outros títulos, além de escritor e membro da Academia Paulista de Letras. Com doutorado pela mesma USP em 1971, o professor Reale Júnior foi autor de texto publicado no jornal O Estado de São Paulo, em 3 de janeiro de 2009, no qual, sob o título “Razão e religião”, expôs as mudanças conceituais de Cesare Lombroso, cuja centenário de desencarnação ocorre em 2009, provocadas pelo estudo do espiritismo. Lombroso notabilizou-se pela formulação da hipótese de que o criminoso seria fruto de um atavismo, demonstrado em suas feições físicas.
Na entrevista, Miguel Reale Júnior revela que frequenta reuniões mediúnicas há 30 anos, dá dados e raízes familiares em torno do meio, outras de ordem política e fala de sua atuação no campo do direito e especificamente da luta para levar a justiça a maior número de brasileiros.
“Venho lutando para se dotar os presídios de oficinas de trabalho, a fim de que o preso possa sentir que, se perdeu a liberdade, não perdeu a dignidade, a ser mantida pelo trabalho”, diz. Acrescenta que: “A evolução espiritual não encontra terreno fértil no meio prisional, onde vigora a lei do cão, dos chefetes de cadeia, enquanto o regulamento administrativo e a Lei de Execução Penal são apenas para “inglês ver”.
O texto de Reale Júnior publicado no “Estadão” circulou na lista da Confederação Espírita Pan-Americana (Cepa), junto a especulações sobre o conhecimento do espiritismo demonstrado pelo autor. Instigado pelo inusitado fato, considerando o renome nacional do autor e em vista do veículo utilizado, um dos maiores jornais do país, tido como conservador no trato com o espiritismo, José Rodrigues, um dos coordenadores do site Pense - Pensamento Social Espírita, manteve contatos via e-mail com o jurista. Sua aceitação foi de pronto e sem restrições. Das dez questões dirigidas ao entrevistado, sete foram elaboradas por José Rodrigues e três por Milton Medran Moreira, procurador da justiça aposentado e ex-presidente da Cepa. - Leia a íntegra
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| As pesquisas biomédicas e o futuro solidário
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Entrevista de Ademar Arthur Chioro dos Reis
Médico sanitarista, professor universitário e mestre em Saúde Coletiva (Unicamp), Ademar Arthur Chioro dos Reis, 3º vice-presidente da Confederação Espírita Pan-Americana (Cepa), defende que "As pesquisas biomédicas não são contrárias às leis naturais. O homem é que tem que valorar seus atos pela solidariedade, fraternidade, igualdade, pelo respeito às diferenças, afastando-se do orgulho de querer ‘brincar de Deus’, sem consideração ao ser humano, e do egoísmo, que o leva a visar lucros, antes do bem-estar da sociedade”. Com exclusividade para o Pense, Ademar, que faz doutorado na Unifesp e reside em Santos (SP), responde a 13 questões, sobre biotecnologia, uso de patentes, racismo científico, utilização de células-tronco, embrião e processo reencarnatório, bio-ética e influenciação social do espiritismo. Conferencista e autor de livros espíritas, Ademar afirma que “do ponto de vista espírita, não se pode admitir que a manipulação genética seja efetuada para mera satisfação da vaidade ou da mercantilização da investigação científica. Não há justificativa ética que sustente tais finalidades. Mas não se pode obstaculizar o avanço de tecnologias que sejam colocadas a serviço da humanidade, como, por exemplo, a utilização da replicagem genética para a produção de órgãos destinados a transplantes ou produção de terapias que recuperem a saúde de milhões de seres desenganados." - Leia a íntegra
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| A timidez e a omissão fortalecem a injustiça social
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Entrevista de Orlando Villarraga
Carlos Orlando Villarraga é um dos poucos espíritas que se preocupam com a questão ecológica, o bem-estar ambiental. Colombiano, radicado no Brasil, Villarraga reside em São José dos Campos (SP) e exerce a profissão de químico. De família espírita, escreveu o livro "La Conservación del Médio Ambiente Físico y Síquico", que o PENSE planeja lançar em edição eletrônica — obra rara no meio espírita onde o autor demonstra toda sua erudição, conhecimento técnico e doutrinário, que os leitores podem conferir nesta entrevista exclusiva. Ele destaca a contribuição do Espiritismo para ajudar a resolver as questões ambientais, em um mundo onde a consciência ecológica ainda é desmerecida. Para Villarraga, “a visão espiritual da vida nos convida a melhorar as condições sociais e ambientais do nosso planeta Terra”. Ele é bem crítico em relação aos alimentos transgênicos e defende uma efetiva participação das entidades espíritas federativas na discussão da questão ambiental. Leia a seguir a íntegra da entrevista. - Leia a íntegra
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| Gezsler defende mais diálogo com a sociedade
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Entrevista de Gezler Carlos West
“O mundo, possui, hoje, um enorme abismo de diferenças tecnológicas e de capacitação humana, que propiciará, se não tomarmos medidas apropriadas, um processo de mutilação nos países mais pobres, em função da desigualdade na competição”. A síntese é do engenheiro e administrador de empresas, Gezsler Carlos West, presidente da Associação Brasileira de Divulgadores do Espiritismo –Abrade. Nascido em Santo Amaro da Purificação (BA), mudou-se para Recife, onde também é diretor do Instituto de Intercâmbio do Pensamento Espírita de Pernambuco. Nesta entrevista exclusiva para o PENSE, Gezsler responde a questões da atualidade econômica brasileira e mundial e diz ser um otimista quanto à obtenção de “dias melhores, acreditando em um posicionamento cada vez maior de nossa parte no campo da cidadania e da fraternidade”. Ressalva que ainda se faz um Espiritismo mais voltado para dentro das casas espíritas, com muito pouco diálogo com os vários segmentos da sociedade. - Leia a íntegra
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| Espiritismo à moda brasileira
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Entrevista de Luís Signates
“Kardec foi um visionário quando trabalhou a idéia de que a última fase de propagação do Espiritismo seria a da reforma social. No momento em que estivermos em condições de dar à sociedade uma opção efetivamente importante estaremos de fato dentro do caminho correto, como espíritas”. Esta conclusão do jornalista Luís Signates direciona a entrevista que deu a integrantes do Centro de Pesquisa e Documentação Espírita-CPDoc, no final do ano 2000, em Santos. Participaram do encontro, Eugenio Lara, Reinaldo Di Lucia, Adhemar Chioro dos Reis e Marissol Castello Branco. Signates, jornalista e professor da Universidade Federal de Goiás, atua na área de divulgação do Espiritismo. - Leia a íntegra
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