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  • O Mercado Abriu-se ao Espiritismo. E Agora?
    Escreve: José Rodrigues
    Em: dezembro de 2007

  • Estima-se que sejam vendidos atualmente no Brasil, pelo menos, oito milhões de livros espíritas por ano, para um mercado que estaria em torno de 30 milhões de pessoas, os chamados simpatizantes da idéia.

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  • Conceitos dinâmicos de propriedade
    Escreve: José Rodrigues
    Em: 6 de fevereiro de 2007

  • Dos flanelinhas que defendem seus "pontos" nas vias públicas, ao Império Romano, ou dos traficantes, que exploram "bocas" com exclusividade, aos domínios da Microsoft, permeia a propriedade. Os fisiocratas do Século XVIII, com Quesnay e Turgot, afirmavam que toda a riqueza provinha da natureza, enquanto para Adam Smith (1723-1790), da escola liberal, a riqueza resulta do trabalho.

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  • Socialismo e Espiritismo, Aproximações Dialéticas
    Escreve: Dora Incontri e Alessandro Cesar Bigheto
    Em: São Paulo, março de 2005

  • Estes apontamentos pretendem apenas indicar uma vasta linha de pesquisa ainda pouco trilhada, que aponta as relações históricas e teóricas entre Socialismo e Espiritismo. Não é assunto pacífico nem para socialistas (sobretudo marxistas) nem para espíritas, mas trata-se de demonstrar que houve aproximações, diálogos e influências mútuas neste campo.

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  • O Confronto Entre a Ciência e a Ética
    Escreve: Hélio Daldegan
    Em: São Paulo, outubro de 2004

  • Diante das imensas possibilidades abertas pela ciência e pelos desdobramentos tecnológicos, que ampliam as nossas possibilidades tanto para o bem quanto para o mal, são os nossos valores que irão determinar o resultado do confronto entre ética, religião e opções econômicas.

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  • O Pêndulo Chinês e a Filosofia
    Escreve: José Rodrigues
    Em: Santos, maio de 2004

  • O excesso de uns significa a falta de outros. Enquanto uns morrem de problemas cardíacos derivados do estresse, do sedentarismo, do esbanjamento de gorduras e proteínas, outros, de fome. Essa descompensação reflete visões de mundo. No momento em que as satisfações pessoais se concentram no imediato, refletindo competições de status social, alguém paga por isso. Mais ainda, a exacerbação do egoísmo, quando manifesta por populações inteiras, é a causa profunda de grandes conflitos entre nações.

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  • O Espiritualismo e a Obrigação Social
    Escreve: Alfred Russell Wallace (1823-1913)
    Em: São Vicente, maio de 2004

  • Eu acredito firmemente – e esse fato é baseado em evidências abundantes – que as classes mais pobres de nossas cidades, aquelas que vivem constantemente sob a margem de pobreza, que são desprovidas de conforto, de necessidades e mesmo de decências da vida, são, apesar disso, uma classe tão evoluída moral e intelectualmente quanto as classes médias e altas que olham para elas de cima para baixo, como se fossem inferiores. Suas condições, sociais e morais, são frutos da sociedade; e ainda que pareçam piores do que os outros, são assim feitas pela própria sociedade.

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  • O Espiritismo na Sociedade de Espetáculo
    Escreve: Wilson Garcia
    Em: São Paulo, outubro de 2003

  • O desafio espírita, em tempos de intensa consciência da necessidade de fazer com que o maior número possível de pessoas conheça a doutrina, consiste na solução de um conflito ético: como divulgar sem tornar a doutrina um espetáculo de aparências? Esse desafio, contudo, só existe como tal para aqueles que concebem a existência do conflito. Os que não percebem qualquer tipo de contradição entre as condições colocadas e o sentido espírita do saber, ou que não lhes atribuem um valor considerável, não têm que se preocupar com o desafio.

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  • A Fome Ante o Sociólogo Espírita
    Escreve: Humberto Mariotti (1905-1982)
    Em: São Vicente, outubro de 2003

  • É imprescindível que se conheça o pensamento do sociólogo espírita sobre o drama da fome. É necessário que se fale, compreendendo que fenômeno universal se está dando no mundo e para onde se dirigem os povos. É urgente que o sociólogo espírita responda ao grito dos famintos do planeta para dizer-lhes o que pensa o Movimento Espírita Internacional sobre tão tremenda injustiça social.

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  • Mais Ética, Mais Desenvolvimento
    Escreve: Bernardo Kliksberg
    Em: São Paulo, setembro de 2003

  • Quanto mais capital social, mais crescimento econômico em longo prazo, menos criminalidade, mais saúde pública e mais governo democrático. A noção não pretende substituir o peso dos fatores macroeconômicos no desenvolvimento, mas sim chamar a atenção para o que se deve adicionar a esses fatores.

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  • A Mediunidade Social
    Escreve: Eugenio Lara
    Em: São Vicente, agosto de 2003

  • Mesmo com todas as dificuldades de comprovação do fenômeno mediúnico, a ação dos Espíritos no processo histórico é um componente fundamental para o entendimento de determinados fatos. A partir do conceito de mediunidade social é possível fazer uma releitura da história, amparada não somente na análise da fenomenologia mediúnica, como também em informações advindas dos Espíritos, segundo uma metodologia adequada, conforme os mesmos parâmetros que nortearam Allan Kardec em seus estudos sobre a mediunidade.

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  • O Espíritismo Frente à Globalização e ao Neoliberalismo
    Escreve: José Rodrigues
    Em: Santos, fevereiro de 2003

  • O homem-espírita, sob a visão imortal e universal, submetido ao processo reencarnatório e evolutivo, tem informações suficientes para a busca de um universo solidário, sem perda de sua capacidade criativa e exploratória da natureza. Este conceito põe sob desconfortável análise o modo de produção, com a pergunta como produzir.
    O modo de produção deve ter o sentido da finitude dos recursos naturais e sua utilização para fins úteis, parâmetro que se obtém na resposta do porque produzir. A política industrial de obsolescência programada, as modas transitórias de fins meramente comerciais, a indústria bélica e de destruição, a especulação com terras e áreas, a devastação da natureza, com objetivo lucrativo determinado e sem preocupações de sustentabilidade, atuam contra o futuro da Terra e de seus habitantes.

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  • Espíritas a la Sociologia y Espiritismo al Mundo
    Escreve: Néstor Juan Massaro
    Em: Fevereiro de 2003

  • La marcha al compás del pensamiento socialista espiritualizado permitirá conseguir una sociedad libre, solidaria y con igualdad relativa, en la que la economía combine el capital privado con el colectivo, para que la producción se distribuya equitativamente, sin que se acumulen riquezas superfluas ni exista gente desprovista de lo imprescindible. Así se hará la verdadera caridad, que nada tiene que ver con la beneficencia.

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  • A Aristocracia Intelecto-moral: Meta Prioritária de Nossa Sociedade
    Escreve: Carlos Orlando Villarraga (Brasil/Colômbia)
    Em: 18 de dezembro de 2002

  • A aristocracia intelecto-moral é uma possibilidade de organização social, possível de ser alcançada no nosso planeta. Isso vai depender muito de nosso esforço para mudarmos, primeiro nós mesmos como indivíduos para sermos melhores tanto na área intelectual como na área moral e, segundo, para participarmos mais na nossa comunidade e contribuirmos de uma maneira ativa para melhora-la.

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  • A Reencarnação no Plano Social
    Escreve: Eugenio Lara
    Em: Novembro de 2002

  • O social, dentro da perspectiva reencarnacionista, apoiada nas teorias sociológicas, torna-se mais abrangente, abrindo campos de análise ainda desconsiderados pelos cientistas sociais e pelos próprios espíritas. O seu entendimento possibilita condições para se analisar a injustiça e as desigualdades sociais, onde os espíritos encarnados diante de tal quadro, geram conflitos necessários à mudança da ordem social, em busca de seu bem-estar, caracterizando tais conflitos, o que Karl Marx denominou de luta de classes.

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  • A Mediunidade e a Reencarnação
    Escreve: Eugenio Lara
    Em: São Vicente, julho de 2002

  • Os Espíritos influenciam o processo histórico através da reencarnação e da mediunidade. Pela reencarnação se inserem novamente no contexto existencial e social. Mediante a mediunidade, produzem manifestações de toda ordem, muito bem classificadas por Allan Kardec como inteligentes ou físicas.

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  • O Social e o Imortal em Chico Xavier
    Escreve: José Rodrigues
    Em: Santos, julho de 2002

  • A passagem de Chico Xavier por este mundo deixa duas contribuições marcantes. No campo social e na investigação da imortalidade.

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  • O Outro Mundo é Aqui
    Escreve: José Rodrigues
    Em: 4 de maio de 2002

  • A consciência espírita, sob o primado imortalista, há de reconhecer que esse presente não satisfaz, que sobrelevam injustiças, que os mais fortes oprimem os fracos, mas ainda é pouco. O otimismo do progresso, que parece anestesiar um engajamento consciente em favor das mudanças, está a exigir ações determinadas de indignação com as desigualdades.

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  • Generosidade no Mundo Virtual Abre Caminho à Nova Economia
    Escreve: José Rodrigues
    Em: 15 de junho de 2001

  • Há algo de novo, no mundo das relações humanas, com a desmaterialização do trabalho, como se estivéssemos no caminho de retorno ao sentido da propriedade. O conceito de valor, ao sair do substantivo para o virtual, varre o planeta de forma já irreversível, subverte conceitos clássicos de legitimidade e desafia teóricos sobre o ponto de chegada. A informática, atrelada à internet, ao valorizar o conhecimento acima de todas as coisas, parece que provoca o estímulo à divisão da propriedade, como nenhuma doutrina política o conseguiu.

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  • Manuel S. Porteiro, um Espírita Completo
    Escreve: Jon Aizpúrua
    Em: Maio de 2000 - Santos-SP

  • Porteiro foi um espírita completo. Humilde trabalhador manual, amoroso pai de família, autodidata que adquiriu com esforço e imensos sacrifícios uma extraordinária formação intelectual, até chegar a dominar amplos espaços no mundo da cultura, da sociologia, da filosofia e, naturalmente, da Doutrina Espírita.

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  • O Partido Espírita
    Escreve: Eugenio Lara
    Em: Agosto de 2000 - São Vicente-SP

  • Os espíritas constituem um partido, uma corrente de opinião que não pode ser ignorada, seja no recenseamento ou na análise estratégica de qualquer político que queira ser eleito. Constituímos uma força política, não no sentido partidário, mas em seu sentido mais abrangente, como força moral e ideológica.

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  • A Inveja
    Escreve: Eugenio Lara
    Em: Julho de 1998 - Santos-SP

  • Inveja. Eis um dos sentimentos mais torpes e difíceis de serem eliminados da alma humana. Trata-se de um dos vícios que mais causa sofrimento à humanidade. Onde houver apego à materialidade das coisas, notadamente em seu significado, naquilo que o objeto de desejo simboliza em termos de bem-estar e status quo, aí estará a inveja, sobrevoando os pensamentos mais íntimos qual urubu ou abutre insaciável, esfomeado pela carniça. A cobiça é o seu moto-contínuo.

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  • Resumo de uma Visão Sociológica Espírita
    Escreve: José Rodrigues
    Em: Dezembro de 2000 - Santos-SP

  • A visão sociológica espírita parte do conceito de homem como espírito encarnado, de origem individual, que vive sua própria história cumulativa de experiências, para as quais há um elemento indissociável, a convivência. Leis, normas, instituições, valorações, que regulam a vida em sociedade, refletem a soma do pensamento dos indivíduos, agentes, por sua vez, de um psiquismo dinâmico, segundo conceito porteiriano, resultante de sua própria natureza e da incorporação do patrimônio social coletivamente construído.

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  • O Trabalho e o Idealismo
    Escreve: Eugenio Lara
    Em: Santos, Setembro de 1998

  • Vários são os motivos que levam as pessoas a se dedicarem ao Espiritismo. Difícil mesmo (e fácil ao mesmo tempo) é o exercício de atividades doutrinárias sem visar uma contrapartida material. Isso exige desprendimento, uma equilibrada combinação entre a razão e o sentimento. A sinceridade, o altruísmo, quando associados a uma visão equilibrada de si mesmo e do mundo, produz o indivíduo idealista. É disso que o Espiritismo precisa, de pessoas idealistas, em todos os seus níveis de atuação.

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  • Sociedade Solidária, Comunidade Saudável
    Escreve: Denizar de Souza
    Em: Janeiro de 1999

  • Pode parecer estranho identificar na solidariedade social o caminho para a saúde e o bem-estar dos indivíduos, no entanto, esta é a conclusão que inúmeros estudiosos do comportamento humano estão chegando, ao lidarem com a violência, o estresse, a doença do pânico, a dependência química, os conflitos familiares, a ansiedade e a insatisfação emocional que caracterizam a vida social neste final de século.

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  • O que é Sociologia?
    Escreve: Alfredo Marcos Ribeiro Sousa
    Em: Janeiro de 2001 - Jacareí-SP

  • A Sociologia pertence a um grupo do que se convencionou chamar por Ciências Sociais. Ao lado de Ciências como a Economia, Antropologia, Ciência Política, História, dentre outras, procura pesquisar e estudar o comportamento social humano em suas mais variadas formas de organização e conflito, que genericamente, poderíamos dizer que seja esse o seu objeto de foco.

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  • O Desenvolvimento Econômico do Século 20 e o Lugar do Homem
    Escreve: José Rodrigues
    Em: Dezembro de 2000

  • Fruto das três revoluções industriais e dos avanços no campo dos direitos do cidadão, está se chegando ao conceito de desenvolvimento humano na avaliação dos países. O ser espiritual, contudo, ainda desconsiderado no senso comum da cultura geral, explica o longo caminho a percorrer para a conquista de uma justiça mais ampla e a aplicação da solidariedade em benefício do homem.

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  • Reflexôes Sobre a Violência
    Escreve: Jaci Regis
    Em: Setembro de 2000

  • Certamente, a sociedade como um todo precisa encontrar caminhos para a resolução ou pelo menos minorar o problema social. Mas o Espiritismo jamais pretendeu comandar a renovação social. Sua contribuição, aparentemente sonhadora, é pressionar o pensamento humano em direção a uma nova mentalidade a respeito da pessoa e das coletividades.

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  • Espiritismo Social
    Escreve: Eugenio Lara
    Em: Dezembro de 2000

  • Muitos adjetivos foram utilizados para reafirmar o verdadeiro caráter do Espiritismo: filosófico, científico, laico. E outros para desviá-lo do trilho kardequiano como cristão, religioso, evangélico. Pois já que é assim, também proponho uma adjetivação que se faz necessária nesse século que se inicia: Espiritismo Social.

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  • O Pensamento Político de Kardec
    Escreve: Jaci Regis
    Em: Julho de 1998

  • Allan Kardec viveu um dos momentos mais importantes da história política do mundo. Nascido em 1804, logo depois da Revolução Francesa e da queda de Napoleão Bonaparte, viu o restabelecimento da monarquia francesa e o lançamento do Manifesto Comunista, em 1848 , por Karl Marx e Engels, fatos que marcaram um novo período para a sociedade ocidental. Inserido na sociedade, professor e humanista, Rivail certamente não ficou alheio a essa movimentação decorrente do surgimento de idéias revolucionárias no campo social.

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  • A Lei de Progresso
    Escreve: Jaci Regis
    Em: Maio de 1999

  • O progresso é o resultado da insatisfação. Essa insatisfação se manifesta de forma imprecisa, como um mal-estar pessoal e depois vai se tornando concreta, avoluma-se. Então corroe o sistema atual, cria ambiente para ousadias e rompimentos, a princípio localizadas e depois generalizadas.O progresso é um processo, um constante mover-se no tempo e no espaço. Segundo Kardec, ele é promovido pela infiltração das idéias das revoluções morais, sociais, ao longo do tempo e, aparentemente, explodem sem razão, fazendo “ruir o edifício carcomido do passado”.

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  • Desemprego - Violência: Causas e Consequências, Terapias e Profilaxias
    Escreve: Luiz Lemos e Nina Lemos
    Em: Agosto de 1999

  • Os espíritas e, bem como outros segmentos sociais, não têm se furtado, ao longo dos anos, a darem sua colaboração no encaminhamento à solução de tão magno problema, que ora trazemos à baila, não só ao nível teórico, em consonância com o Espiritismo, como ao nível prático também, em suas ações baseadas na Doutrina Espírita, evidentemente.

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  • Apuntes para una Sociología Espirita
    Escreve: Mario A. Molfino
    Em: Maio de 1999

  • El Espiritismo, como doctrina, no está divorciado de todos los aspectos que hacen a la vida social del individuo y por ende a su interpretación. Es evidente que toda aquella problemática de los estadios de su evolución terrena y que pertenecen al campo de la antropología, de la historia, de la economía, de la política y de la sociología no escapan a la cosmovisión espírita del hombre y su circunstancia.

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  • Amélie, Uma Mulher de Verdade
    Escreve: Eugenio Lara
    Em: Março de 2001

  • Na história do Espiritismo poucas foram as mulheres que se destacaram, seja como intelectuais ou como ativistas. Quase sempre seu papel situa-se num plano bem subalterno, à sombra do marido. Destacam-se mais no campo assistencial, organizando chás beneficentes, administrando entidades assistenciais ou promovendo eventos promocionais. Não é o caso daquela que se tornou conhecida como a Sra. Allan Kardec. Trata-se de Amélie Gabrielle Boudet. Poucas são as informações que temos sobre essa formidável mulher. Todavia, as existentes são suficientes para obtermos um razoável perfil, somente comparável a outra grande mulher espírita, de origem espanhola, Amália Domingos y Soler.

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  • Causalidad y Finalidad
    Escreve: Manuel S. Porteiro
    Em: Outubro de 1935

  • Los dos puntos filosóficos sobre los cuales gira la moral dinámica del Espiritismo son, sin disputa, la causalidad y la finalidad, sin los cuales toda conducta carece de verdadero fundamento. La causalidad responde al por qué de las acciones, mientras que la finalidad explica el para qué de las mismas. Si falta uno de estos dos términos, no existen, no pueden existir verdaderas acciones morales: en el primer caso porque sin antecedente causal, sin causa o serie de causas, que influyan en las determinaciones de la voluntad, de acuerdo con el proceso moral de cada individuo, ninguna acción se explica, y en el segundo, porque si a este antecedente causal y sus efectos consiguientes, les falta un poder directriz, selectivo y telético, una dirección, un fin moral perfectible hacia el cual ajustar las acciones con arreglos a principios éticos inherentes a la conciencia de cada individuo, se caería en el determinismo fatalista o en el fatalismo determinista, es decir, en el materialismo o en la teología.

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  • Neoliberalismo x Espiritismo
    Escreve: Ademar Arthur Chioro dos Reis
    Em: Outubro de 1999

  • Esse modelo de desenvolvimento e organização da vida e da própria sociedade é incompatível com a visão de homem e de mundo proporcionada pela Filosofia Espírita. Pelo contrário, o Espiritismo se contrapõe de forma antagônica à concepção neoliberal. O Espiritismo, fundado por Allan Kardec em 1857, a partir da publicação de “O Livro dos Espíritos”, baseia-se em princípios fundamentais , não dogmáticos, e que permitem conceber, sem os ranços e preconceitos das religiões, um novo homem (moral), que é resultado e ao mesmo tempo co-construtor de uma nova humanidade (também moral).

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  • A Missão da Juventude Espírita na América
    Escreve: Humberto Mariotti (1905-1982)
    Em: 1988

  • O Espiritismo é uma idéia emancipadora e somente respondendo à lei de progresso é que se mostrará como uma nova força espiritual, destinada a mudar a face moral dos homens e dos povos. Para isto necessita do vigor mental e corporal dos seres que o abraçam e nada melhor que a colaboração e a ação da juventude espírita que, ao seguir o espírito filosófico da codificação kardequiana, nunca se deterá, nem permanecerá retida pela ação dos retardatários, isto é, por uma visão conservadora da vida e do conhecimento.

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  • Reencarnação e Desigualdades
    Escreve: Deolindo Amorim
    Em: 1985

  • A Doutrina Espírita se preocupa com as desigualdades humanas, cujas causas devem ser atacadas para que se corrijam as injustiças. Muitas chagas sociais já teriam sido extirpadas se houvesse mais sentimento de humanidade, mais respeito às razões éticas, tanto no plano do poder público quanto no plano particular. Há desigualdades que são o flagrante resultado do egoísmo, da ambição e, por fim, das incongruências de uma sociedade discriminativa na distribuição dos bens indispensáveis à vida humana.

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  • El Espiritismo y los poderes temporales
    Escreve: Humberto Mariotti
    Em: Fevereiro de 1981

  • La ley de la reencarnación lleva al Estado y a la Sociedad a reconocer que en todo Ser existe un tiempo de transitoriedad, es decir que le permite al Espiritu abandonar su imperfecto clima moral para penetrar en otro límpido y superior si sus esfuerzos así lo desean. De manera que a la luz de la filosofía moral del Espiritismo todo está llamado a transformarse en bien, ya que el mal no es más que un estado transitorio del Espíritu. Para la moral espírita el mal no es fijo ni permanente ni duradero; el mal por razones de evolución está llamado a transformarse en bien en virtud de un processo dialéctico que ilumina la esencia espiritual del hombre y de la naturaleza.

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