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| O Espíritismo Frente à Globalização e ao Neoliberalismo Escreve: José Rodrigues Em: Santos, fevereiro de 2003
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| A visão porteiriana da história, de acúmulos sucessivos, com base na continuidade da vida e do ser, deve-nos facilitar uma abordagem do tema sem preocupação ideológica, não obstante sua essência, muito mais no caso do neoliberalismo, coincidir com o primado do capitalismo.
O tema guarda amplo espectro, da motivação a produzir, aos efeitos sobre a Terra e seus habitantes, hoje da ordem de 6,2 bilhões de seres, com projeção de chegar ao ano de 2050 com cerca de nove bilhões. Tanto a distribuição espacial da população, quanto a de riquezas, hoje, mostram uma inquietante desigualdade, com reflexos na qualidade e na expectativa de vida, no acesso à educação e à tecnologia, na imigração e na segurança das populações. Projeções dão conta de que o mundo, com um produto bruto atual de cerca de US$ 39 trilhões, deve chegar ao ano de 2015 com US$ 56 trilhões e no ano 2050 a US$ 138 trilhões. Esses números refletem demandas sobre a natureza, mas não garantem a sustentabilidade do planeta, em seus aspectos físicos e sociais. Eis um motivo de essência para o debate da tese espírita, no quanto seus fundamentos filosóficos podem contribuir para um futuro de bem-estar menos desigual no Planeta, cuja finitude precisa estar na pauta de toda política de desenvolvimento e exploração dos recursos da natureza.
A globalização está no centro dessa discussão, entre mitos e verdades. Ela é entendida como “a ocorrência simultânea de dois processos: a expansão extraordinária dos fluxos internacionais de bens, serviços e capitais e o acirramento da concorrência nos mercados mundiais” (1). A expressão extraordinária tem significado importante, a saber-se que a mundialização ou a internacionalização, termos que se confundem com a globalização da economia são fenômenos cuja origem se perde no tempo. A superação de fronteiras, as trocas de conhecimentos e mercadorias, são inerentes ao homem. O novo está na aceleração dessa tendência, o que se verificou nas três últimas décadas, devido à aplicação de conhecimentos tecnológicos na produção de bens físicos e nas infovias, para os meios de comunicação e informação.
Dos pombos-correio à internet, há uma busca incessante de integração da sociedade mundial, com as cargas inerentes aos indivíduos. São meios e instrumentos que conduzem ânsias de dominação, simples trocas de conhecimentos ou mesmo de solidariedade. Seja como for, a onda essencialmente econômica que caracteriza a globalização, tem caráter controverso. Como a chamada assimetria do poder mundial procede de períodos anteriores ao fenômeno atual da busca acelerada da integração de mercados, avolumam-se queixas e ações contrárias ao que se acredita ser uma estratégia combinada dos países centrais em favor de si mesmos. Manifestações em Seatle, em 1999, em Gênova, em 2001, refletem descontentamentos de parcelas da sociedade, ante os rumos da globalização econômica.
Joseph E. Stiglitz, um dos Prêmio Nobel de Economia de 2001, ex-vice-presidente do Banco Mundial, ante esses conflitos, pergunta: “Por que a globalização – uma força que trouxe tantos benefícios – se tornou tão contraditória?” (2) Ele lista aspectos que vê como positivos, a exemplo do crescimento econômico derivado das exportações, a saída do “isolamento que muitas nações sentiam há um século pelo acesso a um conhecimento que estava além do alcance de muitas pessoas nesses países – até mesmo dos mais ricos em qualquer país...”.
Em seguida, o mesmo autor comenta que os patrocinadores da globalização a interpretam, de forma fechada, como significado de progresso. “Os países em desenvolvimento devem aceitá-la se quiserem crescer e combater a miséria de maneira eficaz. Entretanto, para muitos do mundo em desenvolvimento, a globalização não trouxe os benefícios econômicos prometidos”, diz. Por exemplo, o número dos que vivem na miséria efetivamente aumentou e muito, num período em que a renda total do mundo elevou-se, em média, 2,5% ao ano. Stiglitz se refere à última década do Século 20. Segundo o Banco Mundial,em 1990, dois bilhões e 718 milhões de pessoas viviam com menos de dois dólares por dia. Em 1998, esse número pulou para dois bilhões e 801 milhões de pessoas.
Outras críticas, inclusive como a justificar fracassos de políticas internas, sustentam que se trata de “uma força maior” a atuar sobre economias mais frágeis. O fenômeno, assim, é ligado à desnacionalização da economia, ao subemprego e desemprego, à maior dependência de capitais externos, como ameaça ao “local” e até à padronização de gostos e sabores.
TRANSFERÊNCIAS
Não obstante, a produção em alta escala, que é favorecida pela internacionalização da economia, pode provocar a redução de custos unitários e o acesso ao consumo de determinado bem por maior número de pessoas. O mesmo processo favorece a transferência de tecnologia e de conhecimentos em geral, unifica procedimentos, como o uso do sistema métrico, por exemplo, de pesos e medidas, do alfabeto, até outros efeitos de ordem política, como consensos sobre direitos humanos.
Há, assim, fatores positivos na marcha da ascensão do homem sobre o domínio da natureza, mesmo que por efeitos indiretos, nem sempre planejados com a finalidade solidária, antes, pelo anseio de ampliação de mercados e de lucros.
Por efetivo, o poder mundial, visto pela distribuição da riqueza, encontra-se fortemente concentrado em pequeno número de países, cuja representatividade populacional, ao contrário, é reduzida. Praticamente, apenas seis países detêm o equivalente a 64% do produto mundial (a soma da produção de bens e serviços), enquanto respondem por irrisórios três por cento da população do planeta. Na outra ponta, 176 países detêm 10% do PIB mundial, com populações somadas que equivalem a 33% do total mundial. Veja o quadro:
Distribuição da Riqueza no Planeta
Países....................% PIB mundial............% Pop. Mundial EUA...............................32...........................04 ----------------------------------------------------------------- Alem, Itália, Reino Unido, França e Japão....................32...........................08 ----------------------------------------------------------------- 11 países - média alta......................12...........................03 ----------------------------------------------------------------- 12 grandes econ. intermediárias....................14...........................53 ----------------------------------------------------------------- 176 países restantes.........................10...........................33 ----------------------------------------------------------------- Conforme G. Dupas, em “Grandes assimetrias do poder mundial”. Jornal FSP, 15/08/02.
Embora o PIB (produto interno bruto) não seja um indicador completo de distribuição de renda e de qualidade de vida de populações (3), ele permite comparativos de produtividade e escala tecnológica, que ainda são paradigmas de graus de desenvolvimento de países. Com isso, explicam-se carências as mais rudimentares para milhões, às vezes bilhões de pessoas. Organismos internacionais dão conta de que no mundo ainda há:
- 850 milhões de analfabetos. - 1,0 bilhão carecem de água potável. - 2,4 bilhões não têm saneamento básico. - 11 milhões de crianças de até 5 anos morrem por ano de causas evitáveis. - 1,2 bilhão sobrevivem com menos de o equivalente a US$ 1 dólar por dia. - De cada 7 habitantes do planeta, mais de um passam fome.
NEOLIBERALISMO
Tanto quanto a globalização, o neoliberalismo guarda diferentes nuanças, ainda que menos controversas sobre seus efeitos. Há discussões sobre o quanto ele é efetivamente neo ou paleo. Para efeito didático, utilizamos uma definição do economista Reinaldo Gonçalves (4), segundo a qual significa a “hegemonia nas esferas política e econômica da maior liberdade para as forças do mercado, menor intervenção do Estado, desregulamentação, privatização do patrimônio público, preferência revelada pela propriedade privada, abertura para o exterior, ênfase na competitividade internacional e menor compromisso com a proteção social”.
De fato, sob o ponto-de-vista histórico, trata-se de uma adaptação do liberalismo ao capitalismo da década de 70, que teve como expoentes a ex-primeira ministra da Grã-Bretanha, Margaret Thatcher e o ex-presidente dos Estados Unidos, Ronald Reagan.
No final dos anos 80, precisamente em 1989, o economista inglês John Williamson, em conferência na cidade de Washington, cunhou a expressão Consenso de Washington, cujas características principais são a abertura econômica, a privatização e a desregulamentação. Naquela capital estão as sedes do Fundo Monetário Internacional, do Banco Mundial e do Departamento do Tesouro norte-americano, afinal, responsáveis por políticas monetárias e em parte, de desenvolvimento, com influência direta na sanidade da economia mundial e indireta, na distribuição da riqueza.
Com o fim da União Soviética, nas despedidas da década de 80, os princípios liberais, aplicados à expansão dos mercados, foram estimulados. De forma coincidente com os saltos da tecnologia da comunicação, facilitou-se a formação de redes financeiras, bem a gosto das corporações mundiais. Estima-se que hoje circule diariamente pelo planeta o equivalente a US$ 1,3 trilhão, o capital volátil em busca do melhor resultado. Fora do campo financeiro, corporações também têm se expandido, com fusões e incorporações, algumas rivalizando e mesmo superando, em termos de valor agregado (PIB), países expressivos, pelo menos em termos populacionais.
Por exemplo, segundo a Unctad (sigla em inglês da Organização das Nações Unidas para o Comércio e o Desenvolvimento), as 500 maiores empresas do mundo respondem por:
- 90% dos investimentos diretos do planeta. - Quase 50% do comércio mundial. - 430 delas estão baseadas no eixo Estados Unidos – União Européia – Japão.
Estudos sérios indicam que a globalização e dentro dela, o sistema neoliberal, não têm tanto peso na ordem econômica mundial quanto se afirma. Já houve surtos de mundialização tão fortes quanto os atuais desde os fins do século 19 para o início do século 20, antes do início da Primeira Grande Guerra. Um desses estudos é do economista Paulo Nogueira Batista Júnior (5). Segundo ele, há, sim, crescimento das grandes corporações econômicas (no caso ligadas à produção física), mas em termos regionais, a exemplo da União Européia, intrabloco. Mesmo assim, as teses liberalizantes que têm crescido em escala mundial, trazem preocupações, na medida em que embutem sempre a busca de hegemonias de mercado. “O capital se organiza em nível mundial, enquanto o trabalho se desagrega, fragmenta sua organização”, no dizer de Manuel Castells, autor de “A Sociedade em Rede”.
De outra parte, há uma falsa abertura econômica por parte das nações mais ricas, que criam barreiras às importações concorrentes e ainda fornecem altos subsídios à produção interna.
Dentro dessa concepção neoliberal, a roubalheira contábil praticada por grandes corporações baseadas nos Estados Unidos, com fins de sustentação de ações nas bolsas de valores, fenômeno registrado em 2002, acirra nossas reflexões sobre a ética da economia mundial. Permite análise sobre o real motivo das ações humanas, ante um universo de carências. Na medida de seu peso econômico e na representatividade de modelos em vigor de alocação e destinação de recursos, o expediente evidencia nítidos conflitos sobre visões de mundo, do homem finito e do homem infinito, o contraste entre a ambição e a ética, o egoismo e a moral. O quanto queremos um mundo seguro?
ESPIRITISMO
O Espiritismo é uma doutrina de atualidade para o mundo. A obra de Allan Kardec, apresenta, por seu caráter universalista, equidistante de crenças, castas e cores, de ideologias transitórias, um conteúdo conciliador, porém, de extrema exigência, que é a visão imortalista e evolutiva da vida, com suas repercussões no chamado mundo corpóreo. Não há negar que a humanidade tenha deixado de subir degraus na escalada do tempo, em direção à igualdade e à justiça, em sua visão ampla. A realidade palingenésica da vida, coloca os espíritos como herdeiros de si mesmos, em construção contínua no campo individual e social. Mas é tempo de se ampliar esse conhecimento, libertando-o dos respingos de seita e de uma visão metafísica, no estrito sentido de culto aos mortos, interesseiro e sancionador de privilégios.
Manuel S. Porteiro combate essa posição, segundo a qual (o Espiritismo) “em vez de ser um ideal humano, propulsor do progresso e das causas nobres, aberto a toda iniciativa de bem-estar social, a toda tendência renovadora e libertária, torna-se, em mãos de espíritos mesquinhos, uma doutrina atrasada e conservadora, uma arma formidável para esmagar consciências e conter todo o impulso generoso que tenda a estabelecer um novo regime social, mais justo e conforme com as exigências do progresso”. (6)
Deixe-se claro e até transparente, que o conteúdo espírita não é obstáculo à globalização. Como processo histórico e natural, tem seu curso como reflexo de intenções de pessoas ou países, cujo conjunto os qualifica no sentido conservador ou progressista. Totalitarismos, de um lado ou outro, têm sido varridos pela força do progresso, e continuarão a sê-lo. Pode-se até afirmar que Allan Kardec possuía idéias globalizantes e não poderia ser de outra forma, em se tratando de uma filosofia de bases naturais, com espíritos se comunicando em vários países, sob plataformas de igualdade e justiça. Tal se observa, por exemplo, no texto de O Evangelho Segundo o Espiritismo (1864), no comentário sobre a utilidade providencial da riqueza.
“Com efeito, o homem tem por missão trabalhar pela melhoria material do planeta. Cabe-lhe desobstruí-lo, saneá-lo, dispô-lo para receber um dia toda a população que sua extensão comporta. Para alimentar essa população que cresce incessantemente, preciso se faz aumentar a produção. Se a produção de uma região for insuficiente, deve buscá-la noutra. Por isso mesmo, as relações de povo a povo tornam-se uma necessidade, e para facilitá-las é forçoso destruir os obstáculos materiais que os separam, tornar mais rápidas as comunicações”. E acrescenta: “... A riqueza, portanto, sendo o primeiro meio de execução, sem ela não haveria grandes trabalhos, nem atividade, nem estímulo, nem pesquisa; com razão, pois, é considerada elemento do progresso”.
Trata-se de uma posição corajosa do professor de Lion, possível de ser aceita coadjuvada pela leitura do conjunto de sua obra, na qual há a defesa do primado da vida em condições de igualdade, se não de forma absoluta, relativa. É o que se confirma no item de nº 922 de O Livro dos Espíritos (1857). “A felicidade terrestre é relativa à posição de cada um. O que basta para a felicidade de um, constitui a desgraça de outro. Haverá, contudo, alguma soma de felicidade comum a todos os homens?” “Com relação à vida material, é a posse do necessário. Com relação à vida moral, a consciência tranquila e a fé no futuro”.
Os chamados mercados – o nirvana do neoliberalismo – estão bem longe dessa filosofia. Aos mercados, nunca há o suficiente, reflexo de escolas ambiciosas e do espírito de crescimento patrimonial a qualquer custo, como se aqueles que tombam no caminho desaparecessem da face da Terra. Eis uma vitória enganosa e socialmente insegura, pois todos continuamos, ainda que em condições socialmente desniveladas.
PROPOSTAS DE ATUALIDADE
O homem-espírita, sob a visão imortal e universal, submetido ao processo reencarnatório e evolutivo, tem informações suficientes para a busca de um universo solidário, sem perda de sua capacidade criativa e exploratória da natureza. Este conceito põe sob desconfortável análise o modo de produção, com a pergunta como produzir.
O modo de produção deve ter o sentido da finitude dos recursos naturais e sua utilização para fins úteis, parâmetro que se obtém na resposta do porque produzir. A política industrial de obsolescência programada, as modas transitórias de fins meramente comerciais, a indústria bélica e de destruição, a especulação com terras e áreas, a devastação da natureza, com objetivo lucrativo determinado e sem preocupações de sustentabilidade, atuam contra o futuro da Terra e de seus habitantes.
O por que produzir? está com o complicador da competitividade, o princípio hegemônico de produtos e empresas, despreocupado de efeitos colaterais. Enquanto ser eficiente demonstra o aproveitamento ótimo dos recursos, ser competitivo equivale a uma disputa de vida ou morte com o concorrente. Os meios, para isso, nem sempre guardam princípios éticos e os sistemas dirigentes, não raro, são flagrados como submissos à corrupção. Vejam-se os paraísos fiscais, territórios que oficializam o produto da sonegação, do roubo e do crime.
Não é simples esse enfrentamento de vícios e mesmo de tradições, porque são a própria essência da vida, para muitos. As mãos dadas entre o egoísmo e o orgulho formam uma força impenetrável aos ideais de justiça e de solidariedade. Que “armas” podem ser postas nesse front? No sentido da atualidade, o Espiritismo tem a prerrogativa de ser universal em seus princípios, democrático, humanista, libertário e anárquico, no método. Aberto ao conhecimento, com o conteúdo da imortalidade, sem chefes e hierarquia constituída, livre de qualquer amarra de poder ou ambição material, o Espiritismo é uma força consistente para a construção continuada de um mundo seguro e agradável para se viver, no qual cada indivíduo-espírito, possa fazer sua marcha para o progresso.
Privatização, abertura de mercados e desregulação, expressões neoliberais, nada teriam de ameaçador. Ao contrário, se postas a serviço da busca da igualdade. A privatização pode significar a redução do tamanho patrimonial do estado, que acaba se transformando num fim em si mesmo, com uma burocracia opressiva, bem assim a abertura econômica e a desregulamentação. Nada há a temer, em nome da liberdade, quando esta guarda o princípio da justiça natural de querer para o outro o que se quer para si.
No objetivo da atualidade espírita, aos que se interessam pelo conhecimento sem limites e ações de pés-no-chão participativas da sociedade, apresento uma agenda, tendo como eixo o pensamento kardequiano.
1) Desenvolver uma temática de “materialização” do pensamento espírita e do chamado “mundo espiritual”, campos contínuos de atuação do espírito. 2) Avançar na avaliação dos efeitos da injustiça social para as suas causas. 3) Dar ênfase à temática que trata da Terra como ente vivo e de recursos esgotáveis. 4) Politizar a questão econômica. Como produzir? Por quê? 5) Apoiar e defender as políticas que se afinem com a proposta de sustentabilidade espírita. 6) Influir na legislação, em todos os níveis, segundo a plataforma espírita da busca da dignidade da pessoa enquanto espírito e cidadão.
Notas
(1) Globalização e Desnacionalização, Gonçalves, Reinaldo, Paz e Terra, 1999. (2) A Globalização e seus Malefícios, Stiglitz, Joseph E., Futura, 2002. (3) O IDH-Indice de Desenvolvimento Humano, melhor define o estágio econômico-social de um país, por incluir, além do PIB, o seu grau de escolaridade e a expectativa de vida. (4) Igual ao item 1. (5) Mitos da Globalização, Batista Jr., Paulo Nogueira, Revista Estudos Avançados (IEA/USP) nº 12, 1998. (6) Espiritismo Dialético, Porteiro, Manuel S., Editorial Victor Hugo (Argentina), 1960. Tradução de José Rodrigues, 2001.
Outras fontes consultadas:
— Estatização ou Economia Livre?(A Aurora de um novo Liberalismo), Baudin, Louis, Tangará Editorial, 1978. — O Livro dos Espíritos, Kardec, Allan, Edicel, tradução de J. Herculano Pires, sem data. — O Evangelho Segundo o Espiritismo, Kardec, Allan, Edicel, tradução de J. Herculano Pires, 1968. — Obras Póstumas, Kardec, Allan, Edicel, tradução de Sylvia Mele Pereira da Silva, 1971. — The Economist, revista, edições de 02/05/01, 19/06/01 e 09/07/02. Suplementos em português do jornal Valor Econômico. — BusinessWeek, revista, edição de 22/11/2000, suplemento em português do jornal Valor Econômico.
José Rodrigues, jornalista e economista, é um dos coordenadores do website Pense - Pensamento Social Espírita, diretor da Ação de Recuperação Social - ARS, em Santos-SP, onde reside. Foi presidente da Dicesp - Divulgação Cultural Espírita e redator do jornal “Espiritismo e Unificação”. E-mail: zero@carrier.com.br
Este artigo foi apresentado na XIV Conferência Regional da Confederação Espírita Pan-Americana (Cepa), em São Paulo (BRASIL), de 14 a 17 de novembro de 2002.
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